deixei as cartas cair no chão, a cara de pânico mantinha-se.
« como podia um rapaz com um sorriso tão lindo matar pessoas ? eu já duvidava que aqueles olhos escondiam 1001 segredos. »-pensei.
- eu sabia que ias reagir assim.. -disse-me.
- pois.
- eu não te faço nada.. confia em mim.. - disse colocando a sua mão por cima da minha.
- não é muito normal as pessoas confiarem num homicida, mas sim vou tentar..
ele sorriu para mim, e desapareceu do nada. num piscar de olhos. eu acabei por ficar ali sozinha.
ouvi alguém a bater á porta com muita, muita força. fiquei assustada porque ninguém custuma vir a esta casa pelo que sei. fui até lá e olhei pelo visualizador da porta.
« bullshit. são os meus pais. » -pensei.
abri a porta.
- precisamos de falar contigo Lisa.. -disse a minha mãe.
- falem..
- vamos para a sala..
foram até á sala como se soubessem os cantos á casa, de cor.
sentamo-nos nos sofás que lá haviam, em frente a uma lareira antiga.
- digam.. -disse.
- sabes quem são os donos desta casa ? -perguntaram-me.
- não, isso não é minimamente importante.
- não era minimamente importante se os donos não fossemos nós.
fiquei em choque, não sabia bem o que dizer então levantei-me e fui para o meu quarto.
- e vamos vender esta casa.. -disse o meu pai com uma voz grossa.
parei e virei-me para trás.
« como é que podem fazes isto ? então e o Tom ? então e o que esta casa tem para descobrir ? »-pensei.
- VOÇÊS NÃO PODEM FAZER ISSO ! -gritei e logo corri para cima.
estava no meu quarto, sentada na cama com as lágrimas nos olhos na esperança que ele fosse lá aparecer mas nada.
senti algo a agarrar o meu pé e levantei-me derrepente assustada. corri para a porta e a porta do meu quarto não abria, gritei mas os meus gritos pareciam nada no meio daquela mansão enorme.
- eu sabia que ias reagir assim.. -disse-me.
- pois.
- eu não te faço nada.. confia em mim.. - disse colocando a sua mão por cima da minha.
- não é muito normal as pessoas confiarem num homicida, mas sim vou tentar..
ele sorriu para mim, e desapareceu do nada. num piscar de olhos. eu acabei por ficar ali sozinha.
« bullshit. são os meus pais. » -pensei.
abri a porta.
- precisamos de falar contigo Lisa.. -disse a minha mãe.
- falem..
- vamos para a sala..
foram até á sala como se soubessem os cantos á casa, de cor.
sentamo-nos nos sofás que lá haviam, em frente a uma lareira antiga.
- digam.. -disse.
- sabes quem são os donos desta casa ? -perguntaram-me.
- não, isso não é minimamente importante.
- não era minimamente importante se os donos não fossemos nós.
fiquei em choque, não sabia bem o que dizer então levantei-me e fui para o meu quarto.
- e vamos vender esta casa.. -disse o meu pai com uma voz grossa.
parei e virei-me para trás.
« como é que podem fazes isto ? então e o Tom ? então e o que esta casa tem para descobrir ? »-pensei.
- VOÇÊS NÃO PODEM FAZER ISSO ! -gritei e logo corri para cima.
estava no meu quarto, sentada na cama com as lágrimas nos olhos na esperança que ele fosse lá aparecer mas nada.
senti algo a agarrar o meu pé e levantei-me derrepente assustada. corri para a porta e a porta do meu quarto não abria, gritei mas os meus gritos pareciam nada no meio daquela mansão enorme.

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